A vida nos atravessa em diferentes ciclos. Há momentos de expansão, momentos de recolhimento e momentos em que precisamos transformar a maneira como estamos vivendo.
Meu nome é Alana Dariva. Sou médica, formada em Medicina pela PUCRS e pós graduada em
psicologia junguiana pelo IJRGS.
Foi na prática médica que comecei a compreender, de forma cada vez mais profunda, que
cuidar da saúde é olhar para o ser humano para além da doença…
Na psicoterapia de orientação junguiana, buscamos compreender não apenas aquilo que causa sofrimento no presente, mas também os padrões, conflitos, emoções e experiências que podem estar relacionados a ele.
O processo é construído em conjunto, respeitando o tempo, os limites e a singularidade de cada pessoa.
O Ouroboros — a serpente que morde a própria cauda — representa um movimento contínuo
de transformação, no qual começo e fim não são opostos, mas partes de um mesmo ciclo.
Aquilo que termina pode dar origem a algo novo, assim como aquilo que nasce, com o tempo,
também poderá se transformar. Leia Mais…
Em que momento me encontro?
Ao longo da vida, algumas perguntas surgem e nos convidam a interromper o ritmo automático e olhar para dentro. Podem aparecer como um desconforto, uma sensação de vazio ou a percepção de que algo já não faz sentido como antes.
Nem sempre indicam que há algo errado conosco. Às vezes, apenas revelam que algo em nós pede atenção.
E nem todas precisam de respostas imediatas. Às vezes, o primeiro passo é simplesmente permitir-se escutá-las.
Sinto que estou vivendo no automático.
Sei o que deveria fazer, mas não consigo mudar.
Minha vida parece estar bem, mas não me sinto bem.
Repito os mesmos padrões nos relacionamentos.
Tenho dificuldade de entender o que realmente quero.
Estou vivendo uma fase de transição.
Na perspectiva junguiana, os sonhos são uma das formas pelas quais o inconsciente se
expressa. Por meio de imagens, emoções e situações, eles podem ampliar aquilo que
conseguimos perceber conscientemente e colocar em evidência aspectos da nossa vida
psíquica que ainda não foram plenamente compreendidos.
É uma abordagem que busca compreender o ser humano de forma ampla, considerando sua
história, emoções, relações, sonhos, símbolos e aspectos conscientes e inconscientes da
personalidade.
Pode ser buscada por pessoas que estejam enfrentando sofrimento, conflitos ou momentos de
mudança, assim como por quem deseja compreender melhor a si mesmo e sua trajetória.
Não. A terapia também pode ser um espaço de autoconhecimento, reflexão e busca de
sentido, mesmo quando não existe uma dificuldade específica.
A sessão é um espaço individual e sigiloso de escuta e reflexão. O conteúdo parte das questões
trazidas pelo paciente e é construído em conjunto, respeitando seu tempo e sua singularidade.
Não existe um tempo único. A duração depende das necessidades, dos objetivos e do percurso
de cada pessoa. Na Psicologia Junguiana, a terapia também pode ser um processo contínuo de
autoconhecimento e desenvolvimento. Mesmo quando o conflito que levou à busca por
terapia melhora, o processo pode continuar acompanhando novas questões, transformações e
etapas da vida.
O pagamento é preferencialmente realizado via Pix, ao final de cada mês.
Para que o horário
reservado possa ser reorganizado, eventuais cancelamentos ou impossibilidades de
comparecimento devem ser comunicados com 24 horas de antecedência. Quando respeitado
esse prazo, a sessão não é cobrada. Em cancelamentos ou ausências comunicados
posteriormente, a sessão será considerada para pagamento.
Sim. Os sonhos podem ser explorados como manifestações simbólicas do inconsciente, sempre
considerando a história, as associações e o momento de vida de quem sonha.
Sim. Os atendimentos podem ser realizados de forma online, preservando o sigilo, a
privacidade e a qualidade do processo terapêutico.
A Psicologia Junguiana busca compreender o sofrimento atual também a partir de sua relação
com a história, os padrões, os símbolos e os conteúdos inconscientes, valorizando o processo
de transformação e construção de sentido.
Não existe um momento ideal. Às vezes, o próprio desejo de compreender melhor o que
estamos vivendo já pode ser um convite para olhar para dentro.
Cada processo tem seu próprio tempo e sua própria história.
Se você sente que é momento de compreender melhor aquilo que está vivendo, podemos conversar.
Alana Dariva
Médica | Terapeuta de orientação junguiana